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sábado, 25 de maio de 2013

Curadoria. Que mais...?

So far away and so close to all of you!
Depois de muita viagem pelas propostas de discussão sobre este assunto, distraí-me e tive de parar para pensar sobre a utilização dos "gadgets" tecnológicos que os alunos, e nós, transportamos para a sala de aula. Aqui vai apenas um alerta. Estou farta de pensar nisto, ou, talvez tenha constantemente adiado pensar sobre, uma vez que a escola se recusa a aceitar esta realidade e a arranjar alternativas de integração desses aparelhos.
"Do you allow student devices?  I know there are schools where that might be problematic, but for most schools, at least at the secondary level, not permitting student devices is reflective of a school living in the past.   By devices, I mean cell phones, smartphones, every type of tablet, and laptops.  If you don’t have the guidelines/policy to support bringing and using devices, develop them.  If you don’t have the enough wireless, go buy yourself some access points. (If you are not wireless by now, well….).  If you have teachers and administrators that don’t believe it’s important, go somewhere else besides your school, anywhere really, and watch.  Look. Around!  And go back to your vision of learning, rethink it, and put student devices into the learning mix.
If kids can’t use their devices in your school, you’re behind.
in http://davidjakes.me/?p=396

Redes Concelhias de Bibliotecas EscolaresTiro

Tiro o chapéu! Fiquei orgulhosa!
Fartei-me de viajar e fiquei a saber que muito se trabalha neste país a nível das bibliotecas escolares e não só. Visitei especialmente as Bibliotecas de Mafra, Évora e Cantanhede. Claro que por ignorância própria, fiquei tão surpreendida: todas indicavam os seus objetivos gerais, as atividades dos seus planos anuais, os documentos que suportavam os seus protocolos, regulamentos e manuais de procedimentos (até concelhios), assim como a interpretação dos códigos/siglas utilizados; os parceiros com que interagiam, os catálogos próprios das bibliotecas e os contactos e/ou ligações úteis (com referência a sítios de interesse cultural no concelho, ou outras bibliotecas e sites generalistas).
Achei especialmente pertinente a existência nalgumas bibliotecas de um item para formação dos utilizadores sobre a interpretação da CDU, o Guia de Referência Bibliográfica, os Tutoriais e hiperligações, etc. A existência dos blogues e outras publicações, como livros em destaque e últimas notícias, revelaram-se o retrato dos trabalhos em curso e/ou já realizados.
Senti-me impotente neste momento do meu percurso profissional, mas, com vontade de poder contribuir mais fortemente para todo este conjunto de esforços já por tantos iniciado.


Redes Sociais nas BEs So- Comentário

As redes sociais, como indica o seu nome, são da responsabilidade dos elementos que compõem a sociedade. Assim sendo, não podemos viver sob o manto da suspeição dos perigos desses meios, tal como não devemos preservar os nossos filhos e/ou alunos de usufruir das vivências proporcionadas e pelas quais é imprescindível que passem.
Por vezes, pelo contrário, teremos mesmo de ter algumas experiências menos agradáveis para que possamos saber defendermo-nos e partilhar a nossa experiência com os mais novos.

Gestão da coleção

Não há dúvida de que a gestão de uma coleção digital exige um largo conhecimento sobre as várias ferramentas disponíveis. E, ao dizer “largo”, digo que devemos saber que existem, ou que sabemos lidar com, mesmo que não o saibamos em todas as suas potencialidades ou especificidades de funcionamento. Importante é saber gerir esses recursos, apresentá-los ao “público”, preservar a sua autoria e identidade, inseri-los em contexto educativo, disponibilizá-los pertinentemente, integrá-los nas tarefas dos utilizadores e, se possível, uma sugestão que considerei  muito desafiante, constituir uma biblioteca de conteúdos educativos reutilizáveis.


Quanto mais leio sobre a gestão das bibliotecas, mais me convenço da grande volta que deve ser dada a todo o sistema na minha própria biblioteca. Nunca trabalhei na gestão, mas dou conta de que muitos dos passos requeridos para o fazer são de grande responsabilidade, tanto para a escola,   como ultimamente, para a comunidade educativa do meio em que se insere e mesmo do país.
Conhecer, definir e avaliar a comunidade que a biblioteca serve, analisar o currículo dos nossos alunos, tentar saber de onde vêm e para onde querem ir. Pesquisar sobre os recursos que temos disponíveis para satisfazer essas necessidades  já avaliadas e decidir da pertinência e prioritização desses mesmos recursos para o trabalho que queremos  implementar. Formar o pessoal ligado a esta iniciativa. São, de facto, “iniciativas” (e emprego este termo porque sinto estarmos ainda no início) de grande responsabilidade e determinação.
"Inicia-se o percurso caminhando por ele". Ross Todd in “O que queremos para o futuro das bibliotecas escolares /RBE 2011 - Hoje apresento-vos o caminho, o caminho a seguir e desafio-vos a percorrê-lo.

Sessões Síncronas

A nossa sessão - Comentário

Esta sessão síncrona, com todos os defeitos técnicos que confirmámos ser um aspeto a ter em conta para o seu sucesso, deixou-me com o "bichinho" de vir a experimentar com os meus alunos. Numa sessão de necessidade de orientações para um trabalho de grupo, por exemplo, ou para esclarecimento de um ponto específico da matéria a aprofundar com alguns dos alunos, ou, como me parece evidente, no caso de um aluno obrigado a estar afastado da sala de aula por algum tempo por motivo de saúde (ou até mesmo, o afastamento prolongado do professor.
Poder-se-á até prever que essa necessidade passe para os próprios professores quando quiserem planear atividades em conjunto sem ter que estar na escola. É, de facto, interessante.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Seminário Boas Práticas


As Tecnologias Digitais nas Bibliotecas Escolares

Ultrapassada pelos tempos, reconheço a eficácia da utilização das tecnologias nas bibliotecas para o desenvolvimento de competências em crianças com crescimentos diferentes. Nesse sentido, na biblioteca e mesmo em sala de aula, é de realçar a importância da diversidade de propostas, uma boa gestão, dinamização e flexibilização do bibliotecário e/ou professor, a colaboração dos encarregados de educação e da comunidade envolvente. Um empenhamento sincero no trabalho.
Não sei quantas horas passei a navegar pelos sites interessantes, como o wordlecatalivroseducaplaygalopinicescrealacartelerparacrer.
Não resisti ao site da Library 2.013 Virtual Conference: um encontro que terá lugar nos dias 18 e 19 de Outubro, online, em várias zonas do mundo. Já me inscrevi! Querem?
É aqui http://www.library20.com/.

Library 2.013 Worldwide Virtual Conference

sábado, 13 de abril de 2013


Como estou com 3 horas de formação sobre a Web 2.0.
"Como espero estar daqui a 30 horas de formação sobre a Web 2.0?"

Come on kid, we are not alone!
Web 2.0 isn't a thing. It's a state of mind.

Chegámos nesta onda de praia-mar, sedentos de encontros e de saber!
É tempo de descansar e começar a olhar à nossa volta. Pesquisar. Aprender.
Até já!